segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Estava a pensar...

Um bom livro é como um bom vinho... deve ir amadurecendo na alma.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Estava a pensar...

Uma mulher triste é como uma flor sem Primavera.

Pensamentos

“Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante.” (Albert Schwweitzer)

“A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de carácter e pode ser seguramente afirmado, que quem é cruel com os animais, não pode ser um bom homem.” (Arthur Schopenhauer)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Rui Calisto - Actor profissional (46 peças), encenador (37 peças). Realizou as mais diversas actividades relacionadas com a actividade teatral como cenografia, iluminação e direcção musical. Professor de Arte Dramática, escritor e pesquisador/investigador. Actual Biógrafo do Poeta e Médico José Martins Fontes (o Terceiro). Fez relevantes estudos em Medicina Macrobiótica (1982/1989), Teatro (1982/1988), Música Erudita (1988), Filosofia (1988/1990), Paleografia (1994) e História da Imprensa em São Paulo (1994). Pertence às seguintes Instituições: Conselheiro da Cruz Vermelha Brasileira Filial Municipal de Santos (Brasil), Presidente do Instituto Cultural e Humanístico “José Martins Fontes” (Brasil), Sócio Fundador da CCCA – Cooperativa Cultural Companhia das Artes, Crl (Portugal), Sócio Fundador da Sociedade Brasileira de História da Medicina, Sócio Titular da Ordem Nacional dos Escritores (Brasil). Recebeu o Diploma de Gratidão do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (1997). Obras Literárias Publicadas: “Rui Mateus – Escultor e Cerâmico Miniaturista – Achegas para a sua Biografia” (Esgotada) e “A Cigarra e a Formiga”. Obras Literárias a publicar: “Martins Fontes – “Anunciador da Aurora e dos Amores”” e “Rui Mateus – Uma Fotobiografia”.
A Cigarra e a Formiga
Martins Fontes, o Poeta, Flor da Inteligência e da Bondade, deixou-nos uma obra literária de vulto e merecedora dos maiores elogios. Foi através de arguta e dedicada investigação que Rui Calisto deu início à recuperação total dessa mesma obra, salvaguardando-a para as gerações futuras.

"A Cigarra e a Formiga", da forma como o leitor a tem em mãos, constitui uma bonita peça de teatro – que nos apresenta uma visão diferente da tradicional história – construída por Rui Calisto, que usou para os diálogos das personagens alguns poemas de Martins Fontes. A narração foi enriquecida com elementos cénicos relevantes e efeitos de rara beleza técnica, especialmente na iluminação e no ritmo. A diegese apresenta-nos toda a dimensão emotiva determinada pelo talento de seus autores, acompanhada também por um nobre desenvolvimento musical, amplamente perceptível tanto pelos entendidos nas Artes Cénicas como por qualquer leigo.
As personagens estão bem vincadas. Cada uma possui uma personalidade extremamente marcante, forte. Ocorrendo durante a leitura uma aproximação imediata do leitor para com a obra, devido à alta qualidade dos poemas que compõem todo o diálogo, e à riqueza da prosa. Todos os graus de expectativa entre o leitor e o texto atingem um grau máximo de desenvolvimento. É um livro Belo. E assim sendo, concluímos com o Poeta que: "…Deus, Artista antes de tudo, Unicamente ama a beleza.".
Professor Doutor Joaquim de Montezuma de Carvalho
O esquecido Rui Mateus

Neste ano de 2005 chegou às minhas mãos o volume “Rui Mateus – Escultor e Cerâmico Miniaturista – Achegas para a sua Biografia”, de autoria de Rui Calisto, biógrafo do genial poeta Martins Fontes. Confesso que fiquei surpreendido com este livro, em primeiro lugar porque nos mostra um pouco da vida e obra desse escultor esquecido pelo tempo e abandonado por uma cidade, que é sua de nascimento (Caldas da Rainha), em segundo lugar porque é um livro de tiragem reduzida e que já está completamente esgotado, não sendo encontrado em mais nenhuma livraria do país, tornando-o assim, desde já, numa raridade bibliográfica.
Devorei-o num só fôlego. Fiquei fascinado com a história de vida de Rui Mateus e transformei-me também em um daqueles admiradores que estão no rasto de sua obra cerâmica, que jaz espalhada pelo país, e sem catalogação.
Este final de 2005 leva-me a pensar, depois de ler esta obra, quantos escultores de talento devem estar esquecidos nas Caldas da Rainha… digo isso porque existe uma fobia em torno de Rafael Bordalo Pinheiro, merecida, claro, mas é preciso que se perceba que este artista não foi o único naquela terra, existiram outros nomes, como Rui Mateus, que merecem “um lugar ao sol”.
“Rui Mateus – Escultor e Cerâmico Miniaturista – Achegas para a sua Biografia”, um livro com um extenso título, sem dúvida, mas não podemos esquecer que são apenas “achegas”, pois a biografia, de facto, ainda deve estar longe de ser editada, se esse for o interesse de Rui Calisto, não sei se é, só sei que fiquei encantado. Parabéns! Fascinante.
Prof. Dr. Joaquim de Montezuma de Carvalho
Lisboa, Dezembro de 2005