quarta-feira, 2 de junho de 2010

A pena e o papel

Hoje, ao responder a um jornalista amigo, sobre quais os livros que mais tocaram fundo a minha alma, disse-lhe simplesmente: aquele que ainda não li. Depois expliquei que não era possível "dar-lhe títulos", porque não sou leitor "de títulos", o que me apaixona, de facto, são determinados autores, seja de que nacionalidade for, basta começar a conhecer a obra publicada - e a gostar - e pronto, está tudo resolvido, não descanso enquanto não comprar tudo o que publicou. O que às vezes é um desatino...
Talvez seja por esse motivo que possuo uma biblioteca de quatro mil volumes... Será?
E assim - entre risos - vou vivendo e acreditando que só a cultura e a educação podem mudar, de facto, um país. E que, um povo que não lê, principalmente o português, jamais vai perceber que a Língua Portuguesa é um organismo vivo, sempre em mutação. E, por falar em Lusofonia, conhecem a literatura de algum escritor de um dos outros países desse "mundo lusófono"? Já imaginava...

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