Comemorar o nascimento de Martins Fontes (1884-1937) é, como sempre, um prazer inenarrável. Ontem não foi diferente. Entre sonetos galantes e odes inspiradoras a tertúlia seguiu pelo caminho desejado. O ponto inédito e, para mim, muito emocionante, foi aquando da leitura de um dos Capítulos da sua Biografia (ainda inédita por um motivo simples: Não há, em Portugal, um editor com coragem de a publicar, pois está enfeixada em dois volumes que, juntos, chegam às 1.400 páginas) para uma atenta plateia e exigente.
Fico preocupado, com o atraso na sua publicação, simplesmente porque as referências originais acerca de Martins Fontes começam a dissipar-se, como prova temos os textos publicados recentemente em "A Tribuna" (de Santos), repletos de erros históricos e biográficos, que só podem ser sanados se essa Biografia estiver ao alcance das mãos de leitores e investigadores.
Aguardemos um editor corajoso!
Rui Calisto
Este símbolo caldense, identificado em todo o país, esteve irreconhecível por muitas semanas devido, como se sabe, à pandemia que assola o nosso planeta. Neste momento, felizmente, os vendedores, que são o rosto daquela exuberância, ali estão, novamente, a expor e a vender os seus produtos. Passada a força da borrasca, venho colocar-me em sentido, para reiniciar uma discussão, por mim encetada no dia 1 de março de 2018, aquando da apresentação da minha Proposta “ Instalação de um Céu de vidro na Praça da República”, na reunião da Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Caldas da Rainha – N. S. do Pópulo, Coto e São Gregório. Ora bem. Sabendo que é o mercado diário, no antigo Rossio, atual Praça da República (a badalada Praça da Fruta) que mantém viva aquela identidade, podendo, assim, trazer um bom volume de turistas a esta região, insisto, novamente, com aquele tipo de instauração, dizendo: Esse histórico local possui um importante tabuleiro em pedra e uma crónic...

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